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sexta-feira, 19 de julho de 2013

NOTA DA REDACÇÃO

Tenho um Amigo de longa data que me tem dito «Xico, nisto do hóquei há que se dedique de amor e coração à causa, há quem passe a vida no "copy e past" há quem se dedique ao dirigismo e não sirva o clube e sim sirva-se do clube, enfim...Ó Xico tu nem sabes andar de patins dedica-te mas é às tuas caminhadas e dar apoio à familia pois agora que desembarcaste há que devolver o tempo que lhe roubaste».


Depois de ler esta publicação apetece-me sinceramente seguir as sábias palavras do meu Amigo, mas antes tenho de dizer «Senhor Vitor Bezerra, antes de falar do Cartão Azul, aquele "periódico" como lhe chama, mas dos poucos que aos longo dos anos tem divulgado o que se passa no Ribatejo no que ao Hóquei em Patins diz respeito, leia as noticias com atenção e depois não diga barbaridades, porque se estivesse minimamente dentro da modalidade saberia que o Ginja que o "periodico" faz referência, não é o Tiago Monteiro (Ginjas), mas sim o Eduardo Marques»

Era tão simples, bastava ter lido a noticia, olhado para as fotografias e deixar de lado essa aversão que algumas pessoas da Capital da Sopa da Pedra nutrem pelo "periódico" Cartão Azul.

PS: Para terminar espero que haja outro desmentido e quiça um pedido de desculpas a quem roubando tempo à familia, gastando o seu próprio dinheiro, sem patrocinios e afins se vai esforçando por divulgar o Hóquei em Patins Ribatejano.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

DIREITO DE RESPOSTA

De acordo com o previsto na Lei da Imprensa, publicamos o texto seguinte a pedido dos subscritores do mesmo.
 

Em resposta a uma entrevista, no mínimo curiosa à Radio Cidade de Tomar, pelo Presidente e treinador do ACR Santa Cita, sentimo-nos no direito de fazer algumas observações em relação aquele clube vertical, situado nos arredores de Tomar.

Numa reunião em Oeiras, por volta do mês de julho, o Sr. Rui Pedro Cunha ofereceu-nos mais 50 euros apenas que os jogadores do Santa Cita auferiam, garantindo-nos que as despesas de transporte eram asseguradas pelo clube, incluindo carro. Concordamos com o acordo, referindo ainda o Sr. Rui Pedro que nenhum jogador do Santa Cita deveria entrar em prejuízo para jogar nesse clube. Concordando, assinamos a folha e esperamos até Setembro.

No início de setembro foi nos dito, que durante esse mês teríamos dois fins-de-semana que teríamos de pernoitar na região. Ficamos em casa do Alex, em Ourém, que fica a cerca de 20 km de Santa Cita, em que as refeições e o combustível teriam de ficar a nosso encargo. Logo, começou mal o acordo feito em Julho.

Foi pedido também aos responsáveis do clube, por parte do Hugo Costa Pereira e pelo João Filipe que os prémios de jogo referentes a época passada fossem liquidados. Prontamente os responsáveis disseram que sim, não disseram foi uma data certa, por esta razão os atletas em questão ainda estão à espera desse mesmo pagamento.

O mês de setembro foi-se desenrolando, e as viagens continuando, e os atletas a adiantarem dinheiro para o gasóleo e portagens para comparecer nos treinos. Para os dirigentes liquidarem essas dividas, nós tínhamos de andar literalmente atrás dos referidos para que o dinheiro fosse entregue.

A partir da segunda semana de setembro fomos ouvindo a palavra “incomportável” pela boca do Sr. Rui Cunha. Percebemos que algo estava a correr fora do normal, mas garantiram-nos que com os fundos da festa da terra, que o orçamento do clube ficaria equilibrado e as coisas iriam correr da forma planeada e combinada. Agora pergunto, que clube, que tanto rivaliza com o Sporting de Tomar, baseia o orçamento de uma época desportiva, numa festa de uma aldeia com cerca de 1000 pessoas?

Claro está que a festa não correu como o previsto, e o dito orçamento sofreu uma diminuição significativa. Aqui é que os verdadeiros problemas começam. Após um jogo amigável com o Sismaria, o Sr. Rui Pedro, na presença do Alex, do Costa Pereira e do Treinador do Santa Cita, Miguel Cunha, referiu que o clube não tinha condições para ter os três atletas fazerem viagens para vir treinar. O mesmo, referiu ainda algumas soluções, que passamos a citar:

1 – Começarmos a fazer a viagem para Santa Cita pela estrada Nacional, o que demora cerca de duas horas e tal, visto ser hora de ponta. Teríamos de sair de Lisboa cerca das 17h.

2- Reduzir o ordenado em 50 euros, ficando a receber o mesmo dos jogadores que moram na região. Pensamos que um clube que queira ir buscar jogadores a Lisboa, compreenda á partida, que têm de ter uma recompensa monetária visto o desgaste que tão sujeitos por tantos quilómetros feitos diariamente para treinar.

3- Reduzir os treinos de três vezes para duas, o que nos pareceu extremamente injusto para com os nossos colegas, pois não nos sentíamos no direito de jogar, se treinamos menos vezes.

Justificando de forma clara e direta à direção, estes argumentos, o Sr. Rui Pedro prontamente disse que se tivéssemos outra alternativa, para continuar a nossa carreira, que o fizéssemos.

E assim foi, nunca esquecendo, que este clube exigiu dinheiro para a saída do Alex e do João Filipe, visto que o primeiro abdicou do ordenado de Setembro e o segundo veio para o clube sem custos alguns, pois o Ourém tinha terminado o escalão de seniores. Na nossa análise, o clube ficou a ganhar em termos financeiros.

É referido nessa entrevista que o Santa Cita deu a mão ao Costa Pereira. É uma maneira estranha de observar a realidade, se não vejamos, quando o Costa chegou a Santa Cita no final de Dezembro, a proposta cingiu-se em 150 euros para viagens e deslocações, e o atleta abdicou de um ordenado para poder representar o clube. Esse clube tinha 4 pontos no final da primeira volta e quando acabou a época terminou com 27 pontos. Juntando a isto o fato de não terem ainda pago os prémios de jogo dessa época e o ordenado de Setembro desta época.

De enaltecer o comentário do atual presidente do Santa Cita, em que fala que os atletas não têm educação. De referir que o que foi discutido em praça publica foram fatos e questões profissionais, nunca opiniões e juízos quanto à moralidade e civilidade das pessoas da terra. Mas ficou enaltecido, nessa entrevista pelos comentários relatados onde a educação não se preza.

Chamaram-nos de ratos. Não podemos deixar de concordar com essa afirmação. Fomos ratos, que caímos numa ratoeira muito bem montada.

Por tais afirmações na rádio acima citada, estamos dispostos a agir judicialmente uma vez que são tecidas palavras graves que fogem totalmente á verdade. Esses Senhores deveriam ser banidos da modalidade, vivem á margem do que representa o desporto, e como tal, vamos até onde for preciso para que se faça justiça.

Antes de terminar, queríamos deixar um agradecimento profundo ao Sr. Francisco Gavancho por nos ter dado a oportunidade de relatar os acontecimentos e pelo trabalho prestado á modalidade, onde diariamente partilha a informação e os acontecimentos hora a hora do Hóquei em Patins!

Também às pessoas de Santa Cita e aos nossos antigos colegas, que merecem a nossa amizade e reconhecimento.

Alexandre Andrade
Hugo Costa Pereira
João Filipe Silva 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

DIREITO DE RESPOSTA

Antes de mais, quero endereçar cumprimentos e saudações desportivas a todos os agentes desportivos, em geral, e em particular aos do Ribatejo.


Conforme diz um ditado bastante antigo: “Quem não se sente, não é filho de boa gente”, e como ninguém gosta de ver a sua imagem diminuída, ou sequer beliscada, e muito menos em praça pública, considerei inevitáveis as palavras que passarei a escrever. 
Não se subentenda nelas, qualquer justificação, porque sobre esse assunto, o Juventude Ouriense, não tem qualquer justificação a dar, são apenas um esclarecimento sóbrio, objectivo e claro do que realmente se verificou.

Não se deve de forma barata, arrolar o nome de uma instituição e de cargos que se ocupam na mesma, só porque nos apetece, ou porque a “avidez desmesurada de vencer”, nos bloqueia o raciocínio.

Sem querer vir para este espaço fazer aquilo a que se chama na gíria - “lavar roupa suja” julguei que se tratava de um assunto encerrado, e que as pessoas tinham entendido os argumentos e as razões apontadas para não efectuar qualquer alteração do jogo nº. 1664 de Iniciados entre o Juventude Ouriense e as “Águias da Memória”, tendo em conta o mail que remetemos àquele clube, com conhecimento à APR e APL.

Assim, e à luz do direito à resposta que nos assiste, passo a esbater algumas considerações:

Refere o senhor Jaime Santos, que perdeu o jogo na secretaria, por “…inflexibilidade…” do nosso treinador/coordenador, que andou um mês a adiar a decisão de alterar o jogo.
Pergunto eu: Com tanto tempo de antecedência, será que não teria tido tempo de promover a alteração do jogo de Juvenis?
Não se esqueça que fui eu que lhe dei pessoalmente conta das razões, pelas quais não alterávamos o jogo, num almoço que tivemos em Ourém. E nessa altura ainda havia muito tempo!!!
Não chame para este assunto o nosso treinador, porque, e neste caso concreto, será o último a ser responsabilizado, se é que há um responsável !?!?

O senhor “felicita” a determinada altura, a conduta pouco desportiva do nosso treinador.
Neste contexto, vejo-me obrigado a felicitá-lo também, e da mesma forma, porquanto, no jogo da primeira mão, em que NOS GANHOU 15-2, o senhor coloca um atleta na baliza, para jogar dois minutos, porque supostamente se lesiona. Não volta a entrar no jogo, porque “supostamente está lesionado”. No entanto, ao intervalo, o mesmo atleta, pelo desempenho que assumiu (rematar e brincar com a bola) demonstrou claramente que estava bem (felizmente).
Não foi com certeza, por esse facto que perdemos o jogo, porque esse, esse foi um jogo bem perdido, não merece da nossa parte qualquer contestação.

Mas digo-lhe senhor Jaime Santos, meritíssimo treinador dos Águias da Memória, conforme lhe disse naquele almoço em Ourém, foi esse episódio que ficou na retina da maior parte da comitiva do Juventude Ouriense, que se deslocou naquele dia à simpática localidade de Memória, e que posteriormente despoletou reacções e decisões que viriam a inviabilizar qualquer alteração.

Para terminar reafirmo, quando se está de consciência tranquila, porque se está do lado do bom-senso, do desportivismo e do fair-play, e por maior que seja a pressão exterior, estarei, estaremos sempre do lado dos PAIS e dos ATLETAS.
O Juventude Ouriense, não precisa de subterrâneos para caminhar.
Sobre este assunto não voltarei a fazer mais nenhuma abordagem.

Vítor Domingues
Director da Formação
Juventude Ouriense